quinta-feira, 29 de novembro de 2007

UM POUCO DE TUDO

1 - Em diversos self-service aqui de Belo Horizonte avistei placas com a frase: "COMIDA À QUILO". A crase aqui aplicada, tenho por mim, está errada. Aprendi que não se usa crase antes de palavras masculinas. Recorro ao Capitão Caverna, ombdusman do Jornal O Mossoroense para assuntos relativos ao vernáculo, para que, com o seu conhecimento notório a respeito dessa seara, possa corroborar ou não esse meu entendimento.


2 - Essa realmente merece ser copiada por todos no mundo inteiro, dada a sua relevância: os ônibus coletivos de Belo Horizonte têm o que eles chamam Jornal do Ônibus, publicação contendo temas de importância para a coletividade, mormente no tocante ao uso dos coletivos por todos os cidadãos diariamente. O algo mais, todavia, o plus nessa publicação de tamanho king size, praticamente um mural, é o tópico dedicado às pessoas desaparecidas, com foto destas em grande destaque. Através desse recurso nos coletivos já foram encontradas 11 pessoas desaparecidas por muito tempo. Vamos nós também fazer algo semelhante? Eu acrescentaria nesse jornal, entre outros temas de grande atualidade e para reflexão, os grandes males causados ao ser humano pelo cigarro e pelas bebidas alcoólicas.


3 - As mazelas das grandes metrópoles podem também ser encontradas em BH, é óbvio, tipo favelas, loucos perambulando pelas ruas, pedintes, assaltantes, famílias miseráveis morando debaixo de pontes, pivetes adormecidos nas calçadas ou tentando sobreviver de qualquer maneira, etc. No centro e nos bairros mais populosos, as pessoas caminham como se temendo ser a próxima vítima da violência. É a face horrenda do ser racional estampada com realce nesses tempos "ó mores".


4 - Sei da incomensurável força dos blogueiros mossoroenses, em especial dos mais visitados. Por essa razão, conclamo a todos que dedicam parte do seu precioso tempo na atualização de seus sítios para, um por todos e todos por Mossoró, incentivar a arborização de nossa amada terra e dar o primeiro e pessoal exemplo cultivando em seus quintais e na frente de suas residências árvores que vistam a cidade de verde e de sombra.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A PEQUENA SEREIA NAS MINAS GERAIS

Programei para hoje um passeio à histórica cidade de Ouro Preto, já a emoção vibrando ante a expectativa de deslizar pelas ladeiras e adentrar os museus e os templos católicos, como a reviver a história da qual foram testemunhas. Andaria à sombra do passado, eu antevia, e fotografaria os detalhes mais pungentes e significantes. Eu assim quisera, pelo menos, mas por circunstâncias diversas a visita ficou para o fim de semana próximo Viajei, então, para a também histórica Sabará, um tur que se revelou com a mesma intensidade emotiva. Primeiro, o trajeto enveredando pelas ruas movimentadas de Belo Horizonte; a seguir, para deleite dos meus olhos, a exuberância do arvoredo acenando-me de seus galhos ao longo do caminho. Avistei, para meu grande encanto, mais árvores do que jamais vi, nos canteiros, nas calçadas, nos acostamentos, nos vales, nas serras, nos quintais, ao redor das residências, nos morros, enfim, árvores enchendo de sombras bem vindas as ruas e avenidas e estradas. Sendo quase como um bairro de BH, as pessoas caminhavam serenas sob as árvores enquanto o sol tentava atravessar em vão as suas folhas unidas em bloco a impedí-lo. Ao passar por elas, via-lhes o semblante feliz, a tranquilidade de quem vive num Estado cuja qualidade de vida no aspecto ecológico já atingiu elevado padrão. E, devo confessar, não pude resistir a uma pontinha de tristeza por não ter, na mesma intensidade, onde moro, essa regalia natural, esse verde intenso que cobre cada centímetro quadrado de BH. Antes de chegar a Sabará, presenciei, às margens da estrada, as mais belas vistas, estas indescritíveis e valentes, porque me derrotaram, deixaram explícito que não tenho aptidão para descrever-lhes a beleza e o encanto, as palavras me fogem e permaneço atônito e sem ação. Basta dizer que eram magníficas, estonteantes, lindas. Sobre Sabará, nem tanto, à parte sua arborizaçao tal qual BH. Afora isso, pouco da arquitetura colonial, algumas igrejas maltratadas, pequeno comércio, restaurantes antipáticos e um povo sério, embora acolhedor. As igrejas estão mal cuidadas, especialmente a de São Francisco, a de pedra e a do Rosário. O museu é o que se espera dele, nada mais. Assim, minha permanência foi a mínima possível, curtinha mesmo. Logo regressei a Belo Horizonte para novamente apreciar as árvores e demais plantas que já tornavam a me acenar tão-logo me viam. Ah, sim, e fui também agraciado com sorrisos que o Rio das Velhas, as serras e os vales me lançavam. Cortando parte de Sabará, sinuoso como uma cobra mansa, o rio corria vagaroso o seu curso, e um peixe repentinamente lançou-se de suas águas, abriu sua boca no ar e mandou-me um beijo amigo. Naquele momento, conclui que não era um peixe, mas, certamente, uma pequena sereia perdida por aquelas bandas das Minas Gerais.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

As duas últimas postagens neste blog, assim como esta, foram realizadas aqui de Belo Horizonte, para onde vim com o intuito precípuo de fazer uma bateria de exames oftalmológicos com vistas a, definitivamente, tirar a dúvida a respeito de um diagnóstico negativo feito por uma oftalmologista de Natal. Na capital mineira, fui atendido por uma médica que estudou na Escola Doméstica e é oriunda de nosso Estado, residindo em Minas Gerais há mais de 30 anos. A feliz coincidência aliviou a saudade. Informada de minha origem, ela ficou muito feliz e deu-me uma atenção especial, examinando cada detalhe, cada aspecto dos meus olhos a fim de chegar a uma conclusão definitiva. Então, vieram os exames em outra instituição, com outro médico especialista no assunto, e eu atravessei um dia inteiro fazendo diversos tipos de exame, entrando e saindo de inúmeras salas, pacientemente levado por atendentes para enfrentá-los após ser gotejado tantas e tantas vezes por colírios multicoloridos, uns para verificar a pressão intraocular, mais alguns para retinografia, entre tanta variedade de nomes esquisitos de exame, assim, por aí dá para imaginar ou ter uma pequena idéia da aflição porque passei. Como a médica natalense havia asseverado que eu era portador de glaucoma, enfermidade que, se não acompanhada por especialista e cuidada com colirios especiais, pode levar à cegueira, evidente era minha preocupação. Durante quase um ano usei forte medicação carregada de efeitos colaterais, tendo que pressionar as vias lacrimais durante três minutos após aplicado esse ou aquele colírio receitado. Nesse indescritível sofrimento diário, é quase natural ser tomado por uma irriquieta vontade de descobrir qualquer meio mais fácil de alívio, alguém que refaça todos os passos de análise médica para, enfim, concluir, graças a Deus, que, na verdade, houve engano no veredito da médica que me atendeu...não precisaria mais usar aqueles colírios extravagantes condutores de caminhos provavelmente sem volta. Isso aconteceu!!! Sim, outro oftalmologista de Natal, depois de mais uma bateria de exames, entendeu que, ora vejam!, eu não sou glaucomatoso. Sua primeira decisão, que maravilha, foi suspender o uso dos malfadados colírios...foi a glória! Logo, porém, voltou a dúvida por conta de um conhecido que, sofrendo de alta pressão nos olhos, repôs a pulga na minha orelha. Afinal de contas, a visão é uma das maiores dádivas de Deus. Daí, traçando as coordenadas, fazendo os planejamentos, revendo os detalhes e tateando os bolsos, veio a decisão de procurar um centro de referência em oftalmologia, no caso Belo Horizonte, já tida e reconhecida como a capital onde estão os melhores oftalmologistas do Brasil. E vim. E, por Deus, venci!!!!! Sim, graças a Deus, o resultado mostrou, ao fim, que não tenho problema de glaucoma! Valeu a viagem, valeu o passeio. GRAÇAS A DEUS está tudo muito bem com os meus olhos!
Amanhã, se Deus quiser, iremos para Ouro Preto.
Este post está sendo escrito às 23:00h, horário de verão, enquanto avisto, do décimo andar, as luzes dos edifícios, mansões e favelas brilhando na imensidão noturna de Belo Horizonte.


segunda-feira, 26 de novembro de 2007

PREFIRO SORRIR

Um instante, um sorriso, um aceno. E a vida segue seu rumo na tranquilidade natural das coisas imutáveis. Beijos apaixonados são trocados em meio a juras de amor eterno e promessas de incomparável felicidade. Os impasses nem parecem ser constância na existência humana, tem-se a perfeita impressão de algo completamente coerente a desabrochar a cada cotidiano, quando na verdade não vemos quão desconexa a realidade se mostra, quão horrendo o mundo deseja provar ser. Por vezes, o chorar torna-se tão importante quanto o sorrir, porque as lágrimas ficam represadas à explosão, na ânsia de ir à luz, de expor-se à sequidão do rosto. Se bem eu prefira sorrir e abraçar a alegria cheio de contudente entusiasmo. Contudo, pena, não administro a emoção nem controlo as divergências, pois sou um mero cativo dos sentimentos, simples escravo do coração. Tenho por objetivo o ser feliz bastante, de modo intenso, diário, constante, a exemplo dos meus semelhantes. Quero a simpatia e o carisma do meu próximo, quero a vida abundante de vitalidade, quero crianças encantadas pela bondade que, estou certo, todos os homens podem expressar sem intervalo, sem receio de deparar óbices. A mão suave do amor que me acaricie e me faça adormecer sonhando com anjos voando aos milhares e cantando hosanas. Por favor, gritem suas dores e proclamem seus amores. Nada melhor do que semear sonhos e cultivar realidades ternas, arando o terreno plano da ternura. Acredito na infância, na sua inocência, na beleza que emana de seu olhar ingênuo.Os palhaços que me perdoem, mas não sou adepto do riso pasteurizado, opto pela gargalhada espontânea dos felizes.

domingo, 25 de novembro de 2007

ÁRVORES, POR FAVOR!!!

Aproveitando um breve intervalo de minha viagem, tocado pela saudade que é sempre frequente, não resisti a umas poucas linhas, como deveras prometi acaso fosse possível. Aqui nestas longínquas terras mineiras, deslumbrado com o gigantismo de Belo Horizonte, aonde vim com o intuito de fazer alguns exames oftalmológicos preventivos, o anseio bate às portas do coração e as lembranças da minha terra vão surgindo como borboletas saindo dos seus casulos num alvorecer qualquer. Mesmo sem o desejar, mas flamejado por esse amor à terra onde nasci, inerente a todos os seres humanos, conquanto claudicando, ainda embevecido se bem perplexo, tive que fazer um paralelo entre Mossoró, Natal até porque é onde atualmente resido, e entristeci-me. A razão é simples: enquanto nossas cidades são pobres de árvores, paupérimas eu diria, cá em BH, como a cidade é carinhosamente chamada por seus habitantes, praticamente todas as ruas, praças, avenidas, esquinas, recantos, em todos os lugares as vemos a mancheia. O verde, com as delícias de sua presença imprescindível, impera, pulula, viceja, governa, vive, enche a capital com o seu frescor e vivacidade. Encantado, como a pensar que estou a sonhar, fotografei canteiros, ruas e praças, brinquei com as folhas e os galhos, sorri e chorei a um só tempo, quis abraçá-las, cheguei a ensaiar uma declaração de amor a esse majestoso jardim que cobre de vida, e vida em abundância, a BH decidamente amada e coberta de gentilezas por seus habitantes. Sobrou vontade de gritar daqui, para ser ouvido até os confins de Mossoró na intenção de suplicar que, pelo amor de Deus, plantem, replantem essa cidade escaldada pela inclemência do sol. Não deixem que ela seque por completo, joguem sementes nos terrenos baldios, nos mais ínfimos pedaços de chão das praças, nos quintais, nos canteiros, em todos os lugares onde elas possam germinar para sombrear seus cidadãos já queimados pela ferocidade dos raios solares. Plantem cajaraneiras, mangueiras e cajueiros nos quatro cantos de Mossoró, verdejem essa terra calcinada por uma temperatura que, certamente, beira aos cinquenta graus alí pelo meio-dia. Pelo amor de Deus, torno a repetir se não existir tal sentimento pelos semelhantes, arborizem Mossoró, façam dela um lindo pomar público, o que falta? Digam em nome do Senhor! Se as autoridades não o fizerem, conclamo a população, em prol dela mesma, e chamo à responsabilidade social comerciantes, industriais, entidades financeiras e demais órgãos que formam a cidadania mossoroense a fazer um glorioso mutirão para encher a cidade de milhares de árvores. Mas, por favor, não plantem carnaubais, a necessidade é de sombra, não de obeliscos. É hora de cada cidadão mossoroense adotar uma árvore e cuidar dela pensando nos seus netos, amando-as como a eles, regando-as à guisa de dar-lhes de beber com aquele carinho especial de avó altruísta. Seus netos, quiçá antes deles seus filhos, precisarão delas como do próprio oxigênio. Se elas nao existirem no futuro, provavelmente não haverá futuro para eles.
Ah, dá gosto ver tantas e tantas e tantas árvores vestindo Belo Horizonte com o verde da vida. Gostaria de ver Mossoró também bordada por essa saudável vestimenta que enche os olhos e nos faz deixar cair gotas de lágrimas eivadas de ternura. Árvores, por favor, é para ontem!

quarta-feira, 21 de novembro de 2007



O AVISO DOS PÁSSAROS


O que nos dizem os pássaros
Quando cantam afinados
Ao raiar do novo dia
E parecem desesperados?
Estarão nos avisando
Que estamos todos errados?

Talvez dêem bom dia
Às árvores que despertam
E amanhecem elegantes,
Ou tristonhos nos alertam
Dos erros que cometemos
E a nós mesmos desconcertam?

E por que diriam isso
Se nós somos racionais?
Não são eles os selvagens
As aves e os animais?
Todos são apenas bichos,
Nós somos os maiorais!

Mas não parece bem assim
Se refletirmos direito
Pois nós é que destruímos
Matamos, temos defeito,
E além desses e outros erros
Temos muito preconceito

Nós queimamos as florestas
Desviamos cursos dos rios
Só pensando no progresso
Geralmente somos frios
Eles são inteligentes,
Nós somos homens vazios

Sujamos os oceanos
Matamos por bel prazer
O lugar onde habitamos
Está prestes a apodrecer
Se os pássaros nos acusam
Fizemos por merecer

Quando a chuva desce do céu
Para nos abastecer
Ao invés desse intuito
Cobre as ruas e faz sofrer
Ao povo atarantado
Que não sabe o que fazer

Só se vê gente correndo
Procurando um abrigo
Alguns morrem afogados
Quando fogem do perigo
E quando tudo termina
Os homens dizem “nem ligo”

E por que isso acontece?
Nós bem sabemos a razão:
É que o homem impensado
Enche de asfalto o chão
Impede o correr das águas
Causa grande poluição

Joga lixo nas nascentes
Põe a fauna em extinção
Mata bichos por prazer
Parece coisa do cão
É tipo menino danado
Que nunca aprende a lição

Tudo que há de errado
Com a linda natureza
É culpa do próprio homem
Que destrói sua beleza
E esteriliza a terra
Usando sua destreza

O resultado disso tudo,
Bem sabemos, é visível,
O caos reina absoluto
Numa bagunça incrível
A vida vai se tornando
Uma jornada terrível

Começamos por extinguir
Um monte de animais
Muitas das espécies
Já não existem mais
Algumas ainda vivas
Já apagam seus sinais

Derrubamos nossas matas
Que nos dão oxigênio
Se continuar assim
Não haverá mais milênio
E acontecerá a extinção
Do homem, esse “gênio”

Se o trinado dessas aves
Nos faz o sério alerta
Vamos abrir o coração
Deixando a porta aberta
É hora de repensar a vida
Vamos fazer a coisa certa


Gilbamar de Oliveira


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TU TI TU TU TU TU

Na sua recente visita aos Estados Unidos, Lula e sua espôsa hospedaram-se num luxuoso hotel. Por volta de cinco da tarde, o Presidente pega o telefone, chama o serviço de quarto e diz: - " TU TI TU TU TU TU "A recepcionista não compreende o que quer dizer e, achando que se tratava de uma mensagem cifrada, avisa, imediatamente, ao FBI. Ràpidamente, apresentam-se dois agentes do FBI e, após duas horas de observação e estudos, não conseguem decifrar a mensagem. Decidem, então, chamar a CIA. Os serviços secretos mandam mais dois agentes, agora da NSI, ao hotel e, começam a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado.Entretanto, Lula, volta a telefonar para a recepcionista. Agentes do FBI, da CIA e da NSI ouvem a mensagem:- " TU TI TU TU TU TU "Desesperados, os agentes resolvem chamar o tradutor oficial da língua portuguêsa. Um caça supersônico do Pentágono pousa, instantes depois, no Aeroporto Kennedy, e o respectivo tradutor oficial é conduzido, sem mais delongas, ao hotel.Chegando ao hotel e pôsto a par da situação, o tradutor se disfarça de criado, vai aos aposentos de Lula e descobre o mistério. O presidente brasileiro, simplesmente, queria dizer:- "Two tea to 222" - tradução - ( Dois chás para o 222 ) !!!

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Em razão de viagem para tratamento de saúde, este blog voltará a ser atualizado somente a partir do dia 05/12/07, se Deus quiser. A música HEAVEN, com Brayan Adams, será acionada cada vez que o blog for acessado. Como tenho algumas no repertório, embora não sejam muitas melodias, a exemplo de Ghost, Endless Love, No Woman no Cry, entre outras, até o final do dia de hoje o visitante, via comentário, tem condições de pedir que uma nova música seja adicionada para tocar até minha volta. Ou, então, poderá sugerir que o blog fique em silêncio. Estejam todos bem à vontade. Em havendo condições favoráveis para tanto durante o intervalo, evidentemente, procurarei por em dia este espaço. Peço a compreensão dos amigos visitantes. Quero aproveitar para encher os olhos de vocês com as imagens do por do sol captadas ontem, dia 20/11/07. Desta feita, não deixei escapar a oportunidade e, conquanto emocionado quase às lágrimas, gravei as mais belas imagens jamais vistas. Ei-las:













Todas as fotos acima são de autoria de Gilbamar de Oliveira