sábado, 31 de janeiro de 2009

ESSA SUTIL AMBIVALÊNCIA




Essa sutil ambivalência
no seu belo modo de me olhar
me dá certa impertinência
de umas bobagens imaginar

Estou com dor na consciência
porque não me atrevo nem pensar
essa sutil ambivalência
no seu belo modo de me olhar

Que posso fazer? Paciência!
Não é você que está a me cortejar?
Disso seus olhos dão ciência.
Resolvi, portanto, aproveitar
essa sutil ambivalência

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Graciosos selinhos recebidos de gentis amigas
Minha caríssima amiga Cris, do blog Essencialmente Palavras, mimoseou-me com esse fascinante selo "Sobreviventes do Romantismo". A ela registro meu caloroso agradecimento por lembrar de meu nome para o prêmio. Muito obrigado Cris.


Este selo encantador, com uma linda tulipa vermelha em destaque, recebi de minha amiga generosa Ana Martins, do blog Ave sem asas. Deixo meu sincero agradecimento pela dádiva tocante. Grato caríssima amiga pelo mimo maravilhoso.
UM POETA BEIJANDO AS FLORES




Bem quisera, à guisa de um beija-flor,
espalhar carinho por esses horizontes
e, nas asas dos meus braços, deitar
resquícios de perfume das flores
que beijasse enquanto seguia jornada
.
Nada relativo ou afeto à pieguice
mas em gestos muito humanos, sorrindo,
eu haveria de sussurrar paz aos ouvidos
cansados de escutar sobre guerras
e abraçaria a quantos morrem de solidão
.
Ah, por que não somos como beija-flores?
Tornemo-nos todos, então, apenas poetas
e enchamos as ruas de vozes em versos;
se não podemos beijar as flores,
que beijemoso chão sagrado
da harmonia e da compreensão
.
Bem quisera, bem quisera! E se apenas
ouvissem, sim, só ouvissem a simplicidade
contida nos versos de quem faz da poesia sua vida?
Se houvera quem desse voz aos beija-flores,
ou se os beijos fossem poesia em flores!


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

NESSE MAR ENCAPELADO

Imagem do Google


Devora o mar em turbilhão
o silêncio apaixonado,

e dele brota um coração
que grita desesperado

Que grita desesperado
nas brumas da escuridão
posto que abandonado
e relegado à solidão

E relegado à solidão
porque nunca foi amado,
entregando-se à ilusão
o pobre ser tão magoado

O pobre ser tão magoado
desprovido de razão,
ao desvario legado,
no mar virou um furacão

No mar virou um furacão,
tonto, desmiolado
por causa da desilusão
pos-se tenso, abalado

Pos-se tenso, abalado,
ficando sem comunhão,
por seu amor congelado
perdido em aflição

Perdido em aflição,
na tristeza enfiado,
rendeu-se à destruição
nesse mar encapelado

Nesse mar encapelado
lembrou-se da triste canção
que o tinha maltratado
nos toques do seu refrão

Nos toques do seu refrão,
pobrezinho tresloucado,
não tinha outra reação:
tornou-se endiabrado.

#####

VOCÊ JÁ LEU MEU LIVRO DE TROVAS "O ATAQUE DE LAMPIÃO A MOSSORÓ - Trovas" ??



Se ainda não e estiver interessado (a) em adquirí-lo, basta acessar o site da editora:

www.biblioteca24x7.com.br

e seguir os passos para comprá-lo.

Obrigado por prestigiar o escritor brasileiro!




********************


Este selo muito mimoso recebi da amiga GIANE, do maravilhoso blog alfarrábio . Fiquei profundamente agradecido por sua terna manifestação de amizade.

sábado, 24 de janeiro de 2009

PINTANDO O CÉU COM FOGO






Raios solares como pincéis colorem o céu
num desenho de matizes deslumbrantes
e seguem assim redesenhando em tom de mel
com traços líricos, belos, fascinantes
*
Todavia não são pinceladas ao léu
senão mestres toques ternos e delirantes;
raios solares como pincéis colorem o céu
num desenho de matizes deslumbrantes
*
Em momentos assim, feliz, tiro o chapéu
à harmonia dos astros equidistantes
e fico rabiscando poemas no papel
porém estremece a mão em tais instantes;
raios solares como pincéis colorem o céu.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

COISAS DO MEU CORAÇÃO



Eu junto as pedras que me jogam enquanto caminho

e vou construindo canteiros onde semeio roseiras;

As injúrias, os boatos, as intrigas e as falsidades que

me são direcionadas eu transformo em poesia;

Aos olhares invejosos e ressentidos eu sorrio jogando

no ar sementes de compreensão e fraternidade;

Se acaso tenho inimigos, prefiro conquistá-los e torná-los

meus amigos; a humanidade precisa de amor, não de rancor;

Para mim as vaias são incentivo para a perfeição,

e os aplausos, motivo para lembrar-me que nada sou

além de homem mortal;

Dói-me a alma ver uma criança mendigando,

mas prefiro encaminhá-la aos caminhos do estudo

e da educação a alimentar seu vício de pedir.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

DÁDIVAS DE AMIGAS

Fui agraciado com três maravilhosos selinhos que me foram ofertados por amigas muito especiais, uma delas minha esposa querida. A gentileza dos presentes me encantou deveras e eu fiquei todo sem jeito, tímido mesmo diante de tantos mimos graciosos. Registro meu embevecimento e sinceros agradecimentos por terem lembrado de mim. Muito obrigado a vocês.



Este belíssimo selo foi um presente todo especial de minha amada esposa ANA, do blog Eu mulher . Eu o ofereço a todos os seguidores do meu blog que atuam na área da educação. Por favor, podem entrar e pegar o selinho sem cerimônia.




Já este outro brinde encantador, que exalta a fraternidade e a amizade, me foi presenteado por NÍYUME, do blog Apuntes Mercurianos , da Venezuela. Por ser um elo fraterno entre blogueiros de todas as nações eu o ofereço aos maravilhosos amigos seguidores deste meu modesto blog. Convido vocês para vir buscá-lo.



Por fim, CAPERUCITA, amiga espanhola do blog El Universo de Caperucita, honrou-me com este mimoso selinho, o qual, peço permissão para quebrar as regras, oferto, com todo amor, a minha esposa ANA, do blog Eu Mulher.