sexta-feira, 29 de maio de 2009

QUANDO MEU CORAÇÃO SERENAR

No posto de hoje quis tentar e fazer algo diferente com o precípuo intuito de levar um pouco mais longe esta poesia, para confins mais distantes também. Procurei traduzí-la para dois idiomas falados praticamente no mundo inteiro: ingles e espanhol. Não sei se logrei atingir realmente meu objetivo, pois tantas são as ciladas das traduções. Por essa razão, peço aos amigos que falam com fluência as duas línguas, por favor, façam as devidas correções e enviem-me via comentário para que eu possa corrigir. Será um grande prazer compartilhar com vocês o sentimento poético das linhas abaixo.


QUANDO MEU CORAÇÃO SERENAR

Quando cá no meu velho peito
este pobre coração serenar
e os últimos brilhos nos olhos
esmaecerem escurecendo
como a noite mais negra,
não leves flores ao meu jazigo...
quero o teu sorriso meigo
a acompanhar-me à eternidade
pois as flores murcham
com o passar dos dias,
mas a tua ternura permanece

Para que lágrimas? Logo secam.
Deixa naquele terno espaço
onde o teu coração cadencia
o tamborilar das muitas lembranças
e o contorno das tantas saudades;
essas não perecem nunca...

E ao descer do esquife à terra,
não jogue areia, basta uma
pá cheia de beijos.


WHEN MY HEART BREAK

When here in my old chest
this poor heart break
and the last glare in the eyes
dim dark
as the darkest night,
don't take flowers to my grave ...
I want your sweet smile
to accompany me to eternity
because the flowers wilt
over the days,
but your tenderness remains

What tears for? Once dry.
Leave that space suit
where your heart cadence
the patter of many memories
and the outline of the many missed;
they do not perish never ...

And when the coffin down to earth,
not throw sand, just a
shovel full of kisses.


CUANDO MI CORAZÓN ROMPER

Cuando aquí, en mi antiguo pecho
este pobre corazón romper
y el último resplandor en los ojos
Dim oscuro
como las noches más oscuras,
no la luz flores a mi tumba ...
Quiero tu dulce sonrisa
para que me acompañe a la eternidad
porque las flores se marchitan
lo largo de los días,
pero sigue siendo su ternura

¿Qué lágrimas? Una vez seco.
Deje que el traje espacial
cuando su corazón cadencia
los patrones de muchos recuerdos
y el esbozo de las muchas perdidas;
no perecerán jamás ...

Y cuando el ataúd a la tierra,
no tirar la arena, a sólo
pala llena de besos.

5 comentários:

Naiba disse...

Hola amigo

Si tú supieras las de veces que se ha roto mi corazón, pero afortunadamente es fuerte y se vuelve a recomponer, para seguir disfrutando de la vida.

Amigo tienes unos regalitos en mi casa.

Besitos y feliz fin de semana

Adrisol disse...

me encantó!!!!!

gracias por demostrar tu generosidad en querer transmitir en otros idiomas!!

no estoy capacitada para corregirte nada........me gustó!!!

un abrazo y buen finde

Carmem disse...

Muito inteligente a tua idéia...mais lindo ainda o poema!...
A tua alma é linda!...
Linda também é a página da tua esposa...acabei de comentar lá onde tem um delicioso doce de goiabas...minhas preferidas!...rsrs
Obrigada pelo carinho em minha página! Agradecida!...

Beijo amigo e tenha um belo e doce dia!!

Anne Lieri disse...

Gilbamar,sua poesia sempre encanta e surpreende!Muito linda!Abraços,

Yoyo disse...

cuantas veces el corazon no se rompe y se vuelve a curar??? bella tu poesia muy bella...
Besos y abrazos
Yoyo