terça-feira, 28 de outubro de 2008

BALAS ZUNINDO




Preciso deitar-me sobre a relva
e apreciar o orvalho caindo,
quero abandonar esta selva
de cujo chão o amor vem sumindo

*
Nas ruas vejo corpos caindo,
a violência tornou-se névoa,
preciso deitar-me sobre a relva
e apreciar o orvalho caindo

*
As balas vão por aí zunindo
como se olhos do mal em treva,
nas metrópolis o povo releva
porque o amor vem diminuindo;
preciso deitar-me sobre a relva

27 comentários:

Val Du disse...

O amor está esfriando.
É preciso aquecer os corações.
O mal não deveria vencer...nunca!

Abraços

tossan disse...

Para fugir das metrópoles, não há coisa mellhor deitar sobre a relva mesmo. Abraço

Marta disse...

O mundo está confuso...
Esquece que o melhor de tudo é realmente deitar-se na relva, sentir o orvalho....
Obrigada pela visita...
Beijos e abraços
Marta

Késia Maximiano disse...

Vim agradecer a visita e te convidar a voltar sempre q puder ta?
Bjão

M.L disse...

Violencia en el mundo .. guerras .. intolerancias raciales, religiosas, ideológicas.

El hombre olvida ser fraterno con su par, y eso sólo lleva a la destrucción de la vida, al dolor.

Debemos volver la mirada y el corazón al Amor .. es la única fuerza que puede salvarnos hoy y siempre.

Antes de despedirme quiero agradecer tus bellos comentarios en mi blog y tus visitas de siempre.
Es un placer recibirte allí.
Cómo también es muy muy lindo leerte.
Un abrazo amigo Gilbamar.

Cleo disse...

A música tá linda!!

Deite sobre a relva, faça o amor voltar, estamos precisando disso nas metrópoles.

Maravilhoso poema.
Aqui o amor já chegou, deitar nesta relva amorosa é o melhor que temos a fazer.
Lindo Gilbamar.
Beijos e amorosa quarta-feira que já vem chegando.
Cleo

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá meu querido Gilbamar, ler a tua poesia, é entrar num mundo desconhecido, onde nós nos vamos descobrindo aos poucos !... A tua poesia faz bem há minha Alma... Grata por isso... Beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinha

Rose Tunala disse...

Olá Gil!
Esse rondel ficou muito bom!
Assino junto com você esse protexto à violencia.

***Beijos, e uma linda semana para você***

♥ ♥ ♥ JOSELYN ♥ ♥ ♥ disse...

El amor no desaparece, solo se transforma. es como la luz y la lluvia aparece cuando menos lo esperabas... Gracias por tu visita y por dejarme tus palabras... DIOS TODO PODEROSO T guarde por siempre recuerda que eres un amigo Bloguero...Q DIOS TE BENDIGA Y SOBRE TODO TE DE MUCHA PERO MUCHA SABIDURIA

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Lindo!
meu coração precisa esquentar, com coisas bonitas.
Aqui tem beleza.
Um grande abraço

Agulheta disse...

Gibalmar. Amar é assim fazer loucuras,mesmo deitar na relva apanhar a chuva,e sentir o orvalho do momento.
Beijinho

Romicas disse...

Ler o seu poema ao som da música que escolheu é uma maravilha...

Malena disse...

Ola Gilbamar. He leido tu poema lentamente y es hermoso. La ciudad nos priva de la poesía y es en el campo, sobre la relva, dejando volar nuestros pensamientos y sentimientos, cuando tocamos la felicidad. Esa felicidad que nace de dejar nuestra alma libre.

Obrigada pela tua visita.

Um abraço.

Jacinta Dantas disse...

Encanta-me esse leque de possibilidades que a poesia nos proporciona. E deitar-se sobre a relva, procurando um refrigério para refazer/renascer o amor.
Muito bom.
Um abraço

Obrigada pelo convite. Adorei conhecer seu blog. Apareça no meu florescer. Será bem-vindo.

Ana Martins disse...

Lindo seu poema,
deitar sobre a relva e poder apreciar a beleza da natureza em paz está-se tornando um pouco dificil, com a violência que aumenta assustadoramente.

Beijinhos

Pelos caminhos da vida. disse...

Já fugi da cidade gde e fui morar numa pequena cidade do interior minas,fiquei lá 5 meses,no começo tudo era novidade,cidade do interior,muito verde,muitos passáros,etc...,até o tédio chegar.
Resumindo estou eu de volta pra cidade gde,e aqui pretendo ficar.
Espero que meu comentário não tenha fugido do seu texto.

Obrigado pela visita.

Boa noite.

beijooo.

SANDRA disse...

hola aka me paso a deajrtes mis saludos que andes de mil , desde argentina te acompaño

isis de la noche disse...

QUE LINDO QUE CAE "A CHUVA" EN LA FOTO!!!!

la fe es el arma más poderosa contra todo mal..

un abrazo

Pearl disse...

essas balas são quase visiveis... está lindo o poema... sente-se mesmo perto...

:o)))***

Carla disse...

deitar na relva e apagar a negra realidade!!! que bom!
beijos

victor Rocco disse...

hola amigo muy bueno tu poema, y la fotografia con la lluvia me encanto, me tienesque enseñar como se hace, un gran saludo desde mi tierra de letras sur.

toñi disse...

La foto, la musica, y este lindo poema. Quien se puede resistir a gozar de la lluvia?. Un beso

Marinel disse...

Es absoltamente necesario restablecer los corazones.Es absolutamente necesario llenarse del sentimiento de la bondad, de la belleza de la paz y el amor.
Es maravilloso y necesario recapacitar sobre por qué actuamos con la violencia en las manos, habiendo otros caminos... y nada mejor que hacerlo que en un paraje idílico, donde nada enturbie los sentidos...
Preciosos poemas.
Un beso.

o que me vier à real gana disse...

... Precisa deitar-se sobre a relva!
A apreensão em profundidade da realidade, só possível a alguns, leva a estas angústias.
Parabéns pelo excelente texto repele/cinismo!

Ah, a imagem, excelente!

Hermínia Nadais disse...

Olá! Está muito linda esta poesia.
Um beijo da cor da relva... sorrindo

Marcella disse...

Todos nós queremos nos deitar sobre a relva, não ouvir barulho de tiros, sentir o orvalho caindo, a plenitude da natureza e esquecer que esse mundo, apesar de lindo, não merece a beleza que tem.
beijos!

Ana Maria disse...

O amor está diminuindo a cada dia.
Isso é pavoroso!
Beijinhos!